Na boca um pedaço de sonho
Na imersão à saliva, horas de um banho, sensações...
Escultura cubista do que somos
Formas acesas que sentimos dentro
Aquecem desejos de primaveras no verão
Aquecem outonos que se julgam invernos
Pele com pele em um atrito que arrepia
Despindo a alma, enobrecendo o dia
Provocando os sentidos que anseiam sentir mais...
Desviando as razões no toque, transpirando reações
Poemas inacabados de nós.
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